A segunda maior economia do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, tem protagonizado no cenário da recuperação econômica global desde a crise financeira de 2008. Porém, desde meados de 2015, a China caminha um tanto reversa.

A força chinesa sofreu abalos que refletiram no pior desempenho deste mercado peculiar nos últimos 25 anos.

Ao longo de 2015, a economia da China seguiu em ritmo desacelerado, registrando performance de 7% no primeiro e segundo trimestres, 6,9% no terceiro e 6,8% no último trimestre do ano.

Diante desse panorama, o mercado financeiro internacional permanece cauteloso e especulativo.

Refletindo os acontecimentos do atual cenário econômico, as Bolsas Asiáticas registraram quedas nesta última quinta-feira (21.01.2016). A Bolsa de Tóquio apresentou queda de 2,43%, em Xangai declinou 3,22% e Hong Kong registrou baixa de 1,39%.

A Bolsa de Hong Kong, preocupantemente, além de operar em queda, teve índice fixado abaixo do valor do patrimônio líquido (“net asset“).

No contexto do comércio exterior brasileiro, os freios da economia chinesa impactam também nas exportações brasileiras ao gigante asiático, especialmente de minério de ferro, petróleo e soja, produtos conhecidos como commodities.

Fontes de dados: Agência Brasil / Estadão